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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RENATO WANDERLEY E O INTERESSE PELO XADREZ

O xadrez não é apenas uma arte. É também uma ciência. A criatividade, paciência e capacidade de raciocínio são pontos fundamentais paraconduzir o enxadrista ao êxito de uma disputa. O radialista Renato Wanderley começou a se interessar pelo xadrez na década de oitenta, porém, devido a falta de incentivo, passou alguns anos sem jogar. Ele voltou a praticar o xadrez em 2007 e embora não tenha alcançado um nível maior, se sente satisfeito ao desenvolver este fantástico jogo. Infelizmente, o xadrez no Ceará ainda não alcançou uma maior popularidade, mas acredita que através do trabalho posto em prática por algumas entidades, o chamado jogo dos reis ganhará mais espaço, aumentando o interesse das futuras gerações.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

ADÍSIA SÁ COM A MESMA PAIXÃO PELO JORNALÍSMO


Professora, escritora e jornalista Adísia Sá caminha para os 80 anos, com a disposição inabalável (essa, do espírito). Ainda traz, da mocidade, o gosto pelo vinho do Porto, pelo jornalismo e, principalmente, pela vida. Leitora de Aristóteles, Maquiavel e Santo Agostinho, para citar os de sempre, ela mesma escreve, dia a dia, sua filosofia. ``Não há vida após a morte. Daí porque a missão do ser humano é a missão histórica``, ensina, na entrevista concedida, ao programa Debates Especiais Grandes Nomes, da TV O POVO. Um casamento é pouco para limitar a relação entre Adísia Sá e o jornalismo. O jornalismo lhe foi um amante, na amplidão do termo. Tanto que, depois dos 50 anos de convivência, ela ainda o quer com a intensidade dos primeiros encontros. ``Eu me encontrei na filosofia e no jornalismo. Vou fazer 80 anos e tenho pedido a Deus que Ele, a me tirar, eu esteja fazendo um artigo para o jornal``. Adísia Sá é do tempo das redações a todo o vapor pelas máquinas de escrever. De um aprendizado na rua, nas madrugadas. É do tempo do diploma de jornalista. De um diploma dito assim: ``Acho necessária, a formação específica. Agora, se alguém vai sair bom (da universidade), depende do aluno. O mínimo que se aproveita, num curso de faculdade, é a convivência heterogênea com pessoas dos mais diferentes rincões``. Adísia Sá nasceu em uma fazenda, na localidade de Tapuio (distrito de Cariré, no norte do Estado, a 272 quilômetros de Fortaleza), no dia 7 de novembro de 1929. Em 1994, Adísia Sá inaugura a função de ombudsman no jornal O POVO. Exerceu a função em 1995, 1997 e 2000. Também em 1998 e 1999, ocupou o mesmo posto na então rádio AM do POVO. Hoje, é ombudsman emérita do O POVO.

domingo, 20 de setembro de 2009

Dezesseis estados já com Conferências de Comunicação


Dezesseis estados já convocaram suas Conferências de Comunicação, que deverão começar já no início do mês de outubro. A informação é da Comissão Nacional Pró-Conferência de Comunicação, que obteve a confirmação dos governos de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.Segundo a entidade, a Assembléia Legislativa de Goiás já anunciou que a conferência daquele estado será convocada nesta segunda-feira, dia 21. A preocupação é de que estados como São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Amazonas, por exemplo, ainda não marcaram as suas. O prazo final para realização dessas etapas estaduais acaba no dia 8 de novembro. A situação dos estados que ainda não convocaram suas conferências de comunicação será o principal item da pauta da reunião da Comissão Organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, marcada para a próxima quarta-feira. "Vamos tentar conversar com os governos desses estados antes de analisar que contribuições poderemos dar para que as etapas estaduais se realizem", disse o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, presidente da Comissão Organizadora da Confecom.

sábado, 19 de setembro de 2009

Associação dos Ouvintes de Rádio faz exposição na Praça


Quem passar pela Praça do Ferreira neste sábado (19/09), a partir das 8 horas da manhã, vai escutar um som diferente. São as comemorações alusivas ao Dia dos Ouvintes de Rádio, que acontece em 21 de setembro. Até as 13 horas será apresentado o projeto " O Ouvinte e o Rádio na Praça". Haverá a exposição de aparelhos de rádio das mais diversas épocas, áudios dos cantores e das cantoras de rádio, além de jingles, atrações musicais e serviços de utilidade pública. O evento é uma promoção da Aouvir com o apoio da Prefeitura de Fortaleza.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PROFISSIONAIS DE IMPRENSA ENTREGAM MOÇÃO DE RECONHECIMENTO AO PRESIDENTE DA CÂMARA


Servidores da área da área de comunicação da Câmara Municipal de Maracanaú entregaram uma moção em reconhecimento à iniciativa do Legislativo em criar Setor de Imprensa, caracterizando a gestão do presidente Chico Barbeiro (PCdoB), como transparente e participativa, valorizando inclusive, os pratas da Casa. O documento aprovado durante encontro promovido pela ASPIM – Associação Social dos Profissionais de Imprensa Municipalista do Estado do Ceará foi entregue pelo Assessor de Imprensa da Câmara, Allan Kardec Marinho e demais profissionais da categoria. Na ocasião, foi lembrado o nome do vereador Carlos Alberto (PDT), autor da criação do setor de Imprensa do Poder Legislativo Maracanauense.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

JORNALISTA QUE JOGOU SAPATO EM BUSH É LIBERTADO


Muntazer al Zaidi, o jornalista iraquiano que jogou um sapato em George W. Bush há quase um ano, foi libertado na terça-feira (15) após cumprir nove meses de prisão no Iraque. Na saída da prisão, o jornalista foi recepcionado por parlamentares que apoiam o seu caso. Ao deixar a penitenciária ele afirmou ter sido torturado no cárcere e disse que o primeiro-ministro iraquiano lhe deve um pedido de desculpas."No momento em que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki afirmava às redes de televisão que não dormiria até que tivesse garantias de meu destino, eu era torturado da pior maneira, agredido com cabos elétricos e barras de ferro", declarou o repórter, durante uma entrevista coletiva no prédio do canal de televisão Al Baghdadia, onde trabalhava antes de ser preso."Me abandonaram em um local onde não estava protegido do frio", acrescentou, antes de afirmar ter sido vítima do afogamento simulado, uma técnica de interrogatório utilizada pela CIA com os suspeitos de terrorismo depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.De acordo com familiares, o jornalista de 28 anos será trasladado a um país árabe, não divulgado, para receber tratamento médico pelas torturas recebidas na prisão. Em 14 de dezembro de 2008, Al Zaidi jogou os dois sapatos que calçava na direção do então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, durante uma coletiva de imprensa conjunta com premiê iraquiano, Nuri al Maliki, em Bagdá.O ato de al Zaidi transformou o desconhecido repórter televisivo em um herói instantâneo em grande parte do mundo árabe e do mundo islâmico, onde o ex-presidente dos Estados Unidos é impopular. O ato ganhou repercussão também por seu caráter extremamente ofensivo, já que exibir a sola dos sapatos nessa região já é considerado uma ofensa.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

SARNEY CRITICA MÍDIA NO DIA DA DEMOCRACIA


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), alvo de denúncias de corrupção, nepotismo, tráfico de influência e má gestão na presidência da Casa, fez críticas à mídia nesta terça-feira em seu discurso durante a sessão solene em homenagem ao dia internacional da democracia."No nosso modelo de Estado, a grande diferença entre os Três Poderes é que, enquanto os Poderes Executivo e Judiciário tomam decisões solitárias, o Legislativo o faz às claras. Isso é uma das fontes pelas quais somos sujeitos a essa crítica diária, porque nós tomamos as decisões todas aqui, à luz do dia. Quer dizer, ela começa e termina com o povo assistindo, a Nação assistindo, e isso serve de uma crítica permanente", disse Sarney.Sobre as críticas e o desgaste do Senado, Sarney disse que mesmo o pior parlamento, é melhor que Parlamento nenhum. "Por isso mesmo, diz-se que é melhor o pior Parlamento do que Parlamento nenhum, da mesma maneira que Thomas Jefferson, quando perguntado sobre o que era melhor, se um governo sem imprensa ou uma imprensa sem governo, dizia que era uma imprensa sem governo. Há a evidência de que tudo está sob suspeita; não os valores da instituição congressual, mas a realização imperfeita desses valores", destacou.